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Graças a investimentos municipais, não há fila de espera para agendamento de exame de raio-x desde novembro de 2018 e ultrassom desde março deste ano

Ibiporã segue firme com as melhorias na área da saúde da rede pública municipal. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), desde novembro de 2018 a fila para exame de raio-x está zerada e, desde março de 2019, não existe mais fila  de ultrassom.

Para a secretária municipal de saúde, Andrea Stroka, o zeramento das filas foi de suma importância para uma melhoria no atendimento dos pacientes. “Foi um grande planejamento nosso. Os exames primários são de grande valia para o posterior andamento no tratamento do paciente. Com exames deste tipo podemos ter melhores diagnósticos, evitando erros que geram perda de tempo e dinheiro, com consultas e medicamentos desnecessários. Não compramos apenas quantidade, queremos a qualidade também’’, assegurou Andrea.

Em 2017, a fila para a realização de raio-x  em Ibiporã era de 5.188 pessoas. Já a de ultrassom era de 4.488 pacientes. Desde novembro de 2018 a fila de raio-x encontra-se zerada, tal qual a de ultrassom, que foi zerada em março 2019. Segundo informações da SMS, isso aconteceu graças a maiores investimentos, o que tornou possível a contratação média de 700 exames de raio-x por mês, o mesmo acontecendo com o ultrassom, passando de 600 exames para 1.200 e agora com média de 1.500 mensais.

Confira como foi realizado o zeramento das filas:

USG = Ultrassonografia;

·         Em 2017 o contrato com a Clínica CEDIM era de 600 USG Mensais;

·         Em Junho de 2018 o contrato passou a ser de 1.200 USG mensais;

·         Em Novembro de 2018 a fila de espera que era de 2 anos foi zerada.

RX= Raio - X

·         Em 2017 o contrato de convênio com o Consórcio Intermunicipal de Saúde do Médio Paranapanema (Cismepar) era apenas para exames de alta complexidade (Tomografia e Ressonância...);

·         Em junho de 2018 o contrato foi ampliado para os exames de RX passando assim a ser agendado 600 a 700 exames mensais;

·         Em dezembro de 2018 a fila de espera que era de 3 anos foi zerada.

A secretária faz um alerta quanto aos pacientes agendados que não comparecem na data marcada. "O maior parceiro da gestão pública deve ser a população, principalmente em relação à saúde. As faltas prejudicam outros pacientes e o trabalho nas unidades de saúde", afirmou Andrea.

A orientação da SMS é de que, caso seja impossível o comparecimento na data marcada para consulta, exames ou outros procedimentos, o usuário deve avisar a UBS de referência para remarcar o agendamento do exame.

NCPMI

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