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Ao todo, foram destinados R$ 9,3 milhões para ampliar a rede de oncologia da região e habilitar e qualificar duas Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h)

O Ministério da Saúde liberou R$ 9,3 milhões para custeio de ações e serviços de média e alta complexidade nos municípios de Londrina, Arapongas e Toledo (PR). A maior parte dos recursos, na ordem de R$ 6,6 milhões, foi destinada à ampliação, qualificação e reforço dos tratamentos e procedimentos oncológicos oferecidos por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Outros R$ 2,7 milhões são para a qualificação e habilitação de duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). O anúncio será feito pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, neste final de semana.

Do total, R$ 6 milhões serão repassados ao município de Londrina para aprimoramento dos tratamentos voltados ao controle do câncer. Os recursos poderão ser usados pelo gestor local de acordo com as necessidades e demandas da população para os procedimentos de média e alta complexidade.

O Hospital do Câncer foi contemplado com a habilitação do serviço de oncologia pediátrica, e terá garantido repasses federais anuais de R$ 640,4 mil. Apesar de ser uma instituição privada, a unidade  realiza atendimentos oncológicos e pediátricos pelo SUS. Dos 171 leitos da unidade, 141 são dedicados ao SUS. Ano passado, o Hospital já havia sido contemplado com a habilitação de 10 leitos de UTI pediátrica, recebendo para isso R$ 1,5 milhão de recursos federais por ano. Ainda receberá um acelerador linear por meio do Plano de Expansão da Radioterapia. Dos R$ 9,5 milhões de recursos federais previstos para esse serviço, R$ 8,7 milhões já foram repassados para aquisição de equipamentos e materiais permanentes. A previsão de início das obras do bunker é janeiro de 2018, com início do atendimento previsto novembro de 2018.

O município de Arapongas receberá R$ 1,5 milhão para a qualificação da Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h) que já existe e oferece serviços de excelência à população. Essa qualificação tem validade de três anos e poderá ser renovada mediante novo processo de avaliação pela equipe técnica do Ministério da Saúde. Já a cidade de Medianeira, terá R$ 1,2 milhão para habilitação de uma nova UPA 24h, que começa a funcionar e a receber recursos federais anuais de custeio.

Balanço de gestão

A liberação desses novos recursos para os municípios do Paraná somente foi possível após as medidas de gestão adotadas pelo ministro Ricardo Barros em um ano e quatro meses à frente da pasta, como a revisão de contratos e economia com alugueis e outros serviços, que levam a maior eficiência dos gastos. Desta forma, todo o recurso economizado está sendo reaplicado integralmente na saúde, garantindo a expansão de serviços e estruturas, além da oferta de medicamentos.

De maio de 2016 até agora, o Paraná foi contemplado com R$ 179,1 milhões para habilitação e/ou qualificação de 717 serviços/leitos de média e alta complexidade que estavam funcionando sem a contrapartida federal. Durante o período, o estado teve 13 UPAs habilitadas, o que representa investimento anual federal de R$ 21,7 milhões. Em julho deste ano, o Paraná recebeu R$ 23,5 milhões para reforçar a Atenção Básica, principal porta de entrada para o SUS, com a habilitação de 348 Agentes Comunitários de Saúde, 99 Equipes de Saúde da Família, 78 Equipes de Saúde Bucal, 29 Núcleos de Apoio à Saúde da Família e 02 Equipes de Saúde Prisional.

Já o município de Londrina recebeu o incremento de R$ 6,5 milhões para habilitação e/ou qualificação de 12 serviços/leitos de média e alta complexidade que funcionavam sem a contrapartida federal. Até o momento, a região teve uma UPA habilitada, ao custo de R$ 3 milhões por ano. Este ano, Londrina recebeu mais R$ 213,9 mil para reforçar a Atenção Básica, com a habilitação de duas novas Equipes de Saúde da Família.

Gustavo Frasão/Agência Saúde

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