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UBSs do Jardim Bandeirantes e Jardim Tókio promovem atividades nesta terça (23) e quarta (24), integrando a campanha “Janeiro Roxo”

A Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), segue com as ações da campanha “Janeiro Roxo” nesta semana. O objetivo da campanha é promover ações educativas no sentido de conscientizar a população em relação à doença e ao tratamento adequado.
 

Nesta terça-feira (23), às 8 horas, haverá uma atividade com as pessoas do grupo de atividades da Unidade Básica de Saúde (UBS) do Jardim Bandeirantes, na região oeste. Será no centro comunitário da Sociedade Amigos dos Bairros Bandeirantes e Industrial (SABBI), localizado ao lado da UBS, que fica na Rua Serra do Boi, 149, no Jardim Bandeirantes. Os profissionais de saúde realizarão atividades físicas com os participantes e, em seguida, haverá um bate-papo sobre prevenção, diagnóstico e tratamentos da hanseníase. Cerca de 40 pessoas deverão participar da ação, que é aberta a toda a comunidade.
 

A UBS do Jardim Tókio, também na região oeste, receberá as ações da campanha na quarta-feira (24). A partir das 7h30, no estacionamento da unidade de saúde, situada à Rua Juhei Muramoto, 22, os moradores poderão participar do bate-papo promovido pelos profissionais de saúde. Neste local, em caso de chuva, a programação poderá ser alterada. A atividade também será aberta a todos os moradores e participam dos grupos do NASF, nessa região, aproximadamente 30 pessoas.
 

A UBS do Parigot de Souza, região norte, também receberá atividades de conscientização do Janeiro Roxo no dia 24 de janeiro. A ação será às 7 horas, na sala de espera da unidade, localizada na Avenida Saul Elkind, 4.255. Ainda na quarta-feira (24), a equipe do NASF promoverá ações da campanha no salão da Paróquia Nossa Senhora da Luz, a partir das 8h15. A paróquia fica Rua Netuno, 290, no Jardim do Sol.
 

A enfermeira coordenadora de saúde do adulto, da Diretoria de Atenção Primária à Saúde, Juliana Marques, ressaltou a importância das ações educativas. “Nós acreditamos que a informação e a educação em saúde são alguns dos papéis da secretaria para eliminar mitos e preconceitos sobre a hanseníase. Isso facilita diagnósticos precoces da doença, que, na maioria dos casos, são feitos muito tardiamente”, disse.
 

Casos da doença em Londrina

Em 2017, foram constatados 36 casos de hanseníase na cidade. A transmissão acontece pelas vias respiratórias, assim como no caso de gripes e resfriados. É uma doença crônica infecciosa, causada pela bactéria Mycobacterium leprae, que afeta nervos de regiões periféricas do corpo, diminuindo a sensibilidade da pele. Os sintomas podem ser dermatológicos e neurológicos, mas há cura e o Sistema Único de Saúde (SUS) fornece a medicação necessária para a recuperação dos pacientes.
 

Os principais sinais da hanseníase incluem manchas claras ou vermelhas na pele com diminuição da sensibilidade, dormência e fraqueza nas mãos e nos pés. Em caso de suspeita da doença, primeiramente, a população deve procurar ajuda nas UBSs do município. Depois da realização dos exames, se for constatada a ocorrência da doença, inicia-se o tratamento, fornecido gratuitamente pela rede pública.
 

Em Londrina, o acompanhamento de crianças menores de 15 anos portadoras da doença é feito no Consórcio Intermunicipal de Saúde do Médio Paranapanema (Cismepar). Já o atendimento aos adultos ocorre na Policlínica Municipal “Ana Ito”.
 

“Janeiro Roxo”

Janeiro é conhecido como o mês de internacional de luta contra a hanseníase. Em 2016, o Ministério da Saúde oficializou o mês de janeiro e definiu a cor roxa para campanhas educativas sobre a doença. No último domingo do mês, é celebrado o Dia Mundial do Hanseniano, data criada em 1954, pela Organização das Nações Unidas (ONU), para intensificar ações de prevenção e cuidados com os pacientes de hanseníase e combater o estigma da doença. Neste ano, a data será comemorada no próximo dia 28 de janeiro.

NC/PML

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