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Assembleia Legislativa do Estado do Paraná

Londrina negocia possibilidade de compra da Coronavac, vacina que está sendo produzida no Brasil pelo Instituto Butantan

O prefeito de Londrina, Marcelo Belinati, divulgou na terça-feira (29), que está em negociação com o Instituto Butantan para firmar intenção de compra da Coronavac. A vacina contra a Covid-19 está sendo produzida no Brasil, em parceria do Instituto com a farmacêutica Sinovac Life Science.

Trata-se de uma medida preventiva, a ser efetivada caso a vacina contra a Covid-19 não seja fornecida pelo Plano de Imunização do Governo Federal, coordenado pelo Ministério da Saúde.  De acordo com o prefeito, o contato com o Instituto é para manifestar, oficialmente, a intenção de compra da vacina e definir como funcionará esse processo, caso o município necessite das doses. “Nós não iremos deixar faltar vacina na nossa cidade. Se após a aprovação da Anvisa, por qualquer problema, o governo federal não nos enviar, nós teremos condições de adquirir doses e garantir aos londrinenses a imunização contra o coronavírus”, comentou.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Felippe Machado, a equipe da Prefeitura aguarda informações do Butantan para formalizar a intenção de compra junto ao governo de São Paulo. “Protocolos, quantidade de doses e preço são algumas das informações que o Butantan deve nos passar, para que possamos compreender toda a dinâmica de compra e nos preparar para o recebimento”, disse.

Coronavac

O desenvolvimento da vacina Coronavac está na reta final pois concluiu a terceira fase de testes clínicos, na qual é verificada sua eficácia em pessoas. Estes testes foram realizados no Brasil, Indonésia, Turquia e Chile. No Brasil, 13 mil profissionais de saúde voluntários, com idades entre 18 e 59 anos, participaram dos testes, sendo que metade recebeu doses da vacina e os demais de placebo.

A Secretaria Municipal de Saúde esclareceu que a vacina será distribuída somente após a aprovação dos órgãos reguladores. Quanto à aplicação das doses, a SMS estima que deverá iniciar com os profissionais de saúde e pessoas que integram os grupos de risco, se estendendo rapidamente para toda a população.

NCPML

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