Digite pelo menos 3 caracteres para uma busca eficiente.

Apresentação dos dados será feita nesta quinta-feira (26), às 9h, no Hospital do Câncer

A Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Diretoria de Vigilância em Saúde, vai realizar uma apresentação dos resultados obtidos durante o 3º Levantamento Rápido de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa) realizado em 2018. Os dados serão mostrados durante a reunião do Comitê Municipal de Mobilização contra o Aedes aegypti, nesta quinta-feira (26), das 9h às 12h, no auditório do Hospital do Câncer de Londrina, localizado na Rua Lucilla Ballalai, 212, no Jardim Petrópolis.

A coleta das informações em campo foi desenvolvida do dia 2 a 6 de julho, em 201 locais da cidade. Para isso, os cerca de 200 agentes municipais de endemias e agentes do Ministério da Saúde vistoriaram 9 mil imóveis da região urbana de Londrina, incluindo casas, prédios, pontos comerciais, terrenos baldios e construções. O total de espaços vistoriados foi subdividido em 20 estratos com 450 imóveis em cada grupo.

Dessa forma, foi possível buscar informações mais específicas sobre cada área, sabendo, por exemplo, em quais tipos de locais foi encontrado o maior número de focos do mosquito, em quais bairros, se os focos estavam dentro das residências ou nos quintais, entre outros.

Estas informações são primordiais para a identificação dos locais mais comuns e os predominantes, assim como a situação de infestação do mosquito no município. Com eles, os profissionais da saúde conseguem direcionar as ações de controle às endemias e desenvolver estratégias para seu melhor alcance e extinção da doença na cidade.

“O levantamento é importante, porque é uma forma de monitorarmos o vetor e como ele vem desovando, para fazermos ações efetivas e evitarmos uma proliferação do mosquito. Por isso, os agentes olham todos os lugares e recipientes que podem acumular água parada”, explicou a gerente de Vigilância Ambiental, Diana Martins.

No Brasil, segundo as regulamentações do Ministério da Saúde, todas as capitais e regiões metropolitanas devem realizar o levantamento, assim como os municípios com mais de 100 mil habitantes e aqueles que contam com grande fluxo de turistas e são áreas de fronteira. O município com um índice abaixo de 1% de infestação é considerado em condições satisfatórias. Já as cidades onde a cada 100 casas vistoriadas apresentarem de uma a três com focos positivos, o MS considera alerta. Acima de quatro imóveis infestados, a situação é considerada com risco de surto de dengue. Em Londrina, o segundo LIRAa deste ano apresentou um índice de 4,7%.

Ana Paula Hedler/NCPML

Comentários:

Seja o primeiro a comentar!


Deixe seu comentário:

Aceita receber as novidades do Jornal União em seu e-mail?
* todos os campos são obrigatórios