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No Paraná serão sete. O primeiro aparelho já está em funcionamento, no Hospital Erasmo Gaertner. Outros seis hospitais do estado têm projetos a serem executados pelo Plano de Expansão da Radioterapia

A população do Paraná terá, nos próximos dois anos, seis aceleradores lineares no estado, pertencentes ao Plano de Expansão da Radioterapia, do Ministério da Saúde. As obras do bunker - espaço destinado para a instalação do aparelho - de dois hospitais do estado devem ser concluídas em 2018, e as demais em 2019.  Ao todo, serão investidos cerca de R$ 34 milhões na compra dos equipamentos e construção destes locais. O primeiro aparelho do estado já está em funcionamento no Hospital Erasmo Gaertner, em Curitiba.Com os aparelhos, será ampliado o atendimento de radioterapia no estado, o que irá permitir um melhor tratamento oncológico aos pacientes.
 

Os projetos de Hospital Angelina Caron, Santa Casa de Misericórdia de Campo Mourão, do Instituto do Câncer de Londrina e dos Hospitais Regional João de Freitas (Arapongas), Universitário Evangélico de Curitiba e o São Vicente de Paula estão sendo executados dentro das atividades previstas do Plano de Expansão da Radioterapia, visto que os aceleradores lineares são equipamentos de altíssima complexidade tecnológica e não podem ser instalados sem os devidos cuidados com a proteção radiológica.
 

As instalações exigem espaço físico com características peculiares e distintas das construções tradicionais de estabelecimentos e unidades de saúde, uma vez que envolve, por exemplo, sistemas de climatização específicos, refrigeração da água, sistema elétrico diferenciado e maior espessura das paredes.
 

Desde que assumiu a gestão do Ministério da Saúde, o ministro Ricardo Barros, já entregou cinco aceleradores lineares pelo Plano de Expansão da Radioterapia, nas cidades de Campina Grande (PB), Maceió (AL), Feira de Santana (BA), Brasília (DF) e Curitiba (PR). “O programa vai ampliar o acesso da população a procedimentos oncológicos no SUS, além de trazer para o país o desenvolvimento industrial e o fortalecimento do parque tecnológico”, reforçou o ministro.
 

Ainda neste ano, estão programadas as entregas de outros equipamentos de radioterapia. Ao todo, cerca de R$ 500 milhões foram investidos para a aquisição de 80 aceleradores lineares, além da realização de projetos e obras. Outros 20 ainda devem ser adquiridos, totalizando 100 aparelhos distribuídos em todas as regiões do país. Os novos equipamentos, que serão adquiridos, viabilizará uma economia de aproximadamente R$ 25 milhões em relação ao que era realizado por meio de convênios.
 

Assistência

Nos últimos anos, observou-se uma crescente oferta da radioterapia no país. Em 2010, foram realizados 8,3 milhões procedimentos de radioterapia. Em 2016, foram 10,45 milhões, um aumento de 25,9%. Vale ressaltar que essa ampliação também é resultado do investimento realizado pelo Ministério da Saúde na compra de aceleradores lineares, por meio de convênios. Consequentemente, a pasta ampliou, em seis anos, 46% os recursos para tratamentos oncológicos (cirurgias, radioterapias e quimioterapias), passando de R$ 2,27 bilhões, em 2010, para R$ 3,33 bilhões, em 2016. Em 2017, até o momento, foram investidos R$ 672,8 milhões. Somados a esses valores, há ainda os recursos relacionados às ações de média complexidade, como consulta com especialista e realização de exames, além dos medicamentos oncológicos.

Victor Maciel/Agência Saúde 
 

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