Digite pelo menos 3 caracteres para uma busca eficiente.

Último dia de vacinação será no dia 5 de junho

O Ministério da Saúde atualizou a data da realização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, sendo de 23 de março a 5 de junho, que será o último dia da vacinação.

Inicialmente, a terceira fase estava marcada para ter início no dia 9 de maio, mas foi postergada pela pasta para começar dois dias depois, em 11 de maio, sendo a primeira de 11 a 17 de maio voltada para a crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade, gestantes, puérperas no pós-parto até 45 dias e pessoas com deficiência. A segunda etapa, no período de 18 de maio a 5 de junho, irá incluir pessoas de 55 a 59 anos e professores. Assim, o último dia de vacinação que estava agendado para o dia 22 de maio, agora com o novo calendário passa a ser no dia 5 de junho.

A vacina protege contra os três tipos de vírus Influenza mais comuns no Brasil, os vírus influenza A(H1N1),  A(H3N2) e Influenza B.

A coordenadora geral do Programa Nacional Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, Francieli Fontana, explica que alguns casos de gripe podem apresentar complicações e evoluir para pneumonia.

 “Influenza também é conhecida como gripe. É uma infecção do sistema respiratório. Pode apresentar complicações em alguns casos e entre as principais complicações estão as pneumonias. A popular gripe também é responsável por grande número de internações hospitalares em todo o país”.

A campanha foi antecipada pelo Ministério da Saúde, e teve início em março, com a primeira fase da vacinação voltada para idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde.

A segunda fase, que teve início na segunda quinzena de abril, é voltada para as pessoas com doenças crônicas e outras condições clínicas especiais, membros das forças de segurança e salvamento, povos indígenas, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transporte coletivo e trabalhadores portuários.

A coordenadora geral do Programa Nacional Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, Francieli Fontana, destaca que a vacina contra a influenza não protege contra o coronavírus, mas pode ajudar no diagnóstico da Covid-19.

“Neste ano, o Ministério da Saúde tomou a decisão de realizar essa campanha com um mês de antecedência. A campanha sempre era realizada em abril e foi antecipada pelo momento em que o mundo luta no combate à COVID, embora esta vacina não proteja contra o novo coronavírus. Com isso, pretende-se proteger de forma antecipada a população contra a influenza, além de minimizar o impacto sobre os serviços de saúde, auxiliando na exclusão de diagnósticos em virtude da nova doença. Destacou, também que os sintomas da influenza são semelhantes aos da COVID-19 e essa antecipação visa reduzir a carga de circulação da influenza na população, bem como suas complicações e óbitos, especialmente nos indivíduos que apresentam fatores ou condições de risco.  A vacina protege contra os vírus influenza A(H1N1)pdm09, A(H3N2) e Influenza B.”

As vacinas contra gripe são produzidas pelo Instituto Butantan, em São Paulo. Ao longo da campanha, serão entregues 79 milhões de doses para a vacinação de no mínimo 90% dos grupos prioritários.

Em caso de fila, as pessoas, dos grupos prioritários, devem manter distância de dois metros da outra pessoa. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/vacinabrasil.

Thiago Marcolini/Agência do Rádio

Comentários:

Seja o primeiro a comentar!


Deixe seu comentário:

Aceita receber as novidades do Jornal União em seu e-mail?
* todos os campos são obrigatórios

Utilizamos cookies e coletamos dados de navegação para fornecer uma melhor experiência para nossos usuários. Para saber mais os dados que coletamos, consulte nossa política de privacidade. Ao continuar navegando no site, você concorda integralmente com os termos desta política.