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Intenção é que o local seja referência, especialmente, para casos graves e moderados, os quais necessitam de reabilitação o mais breve possível

Com aumento da demanda por reabilitação das sequelas do pós-covid, a Prefeitura de Londrina, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), implantou um Serviço Especializado de Fisioterapia com o objetivo de que seja referência, especialmente, para casos graves e moderados, os quais necessitam de reabilitação o mais breve possível.

O atendimento iniciará a partir de segunda-feira (17), no Ambulatório de Fisioterapia no prédio da Policlínica, que fica na Rua Brasil, 1.032. Poderão ser atendidos 20 pacientes por dia, sendo 10 no período da manhã e 10 à tarde. Prestarão atendimento, às sequelas da síndrome crônica pós covid-19, cerca de 10 servidores, entre fisioterapeutas e profissionais de Educação Física.

Dentre os equipamentos disponíveis no ambulatório estão: esteira e bicicletas ergométricas, escada de canto, bolas (bobath), caneleiras, halteres, Theraband e Miniband, além de recursos de eletroterapia como TENS e ultrassom.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Felippe Machado, o serviço será implantado devido ao número crescente de pessoas que buscam as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) para reabilitação da síndrome pós-covid. “Após remissão do vírus SARS-COV2, muitos pacientes podem apresentar sintomas persistentes, incluindo no sistema respiratório, neurológico, locomotor, etc., podendo levar a limitação funcional, comprometendo a autonomia e independência para realização de atividades da vida diária. Por isso, muitas vezes, estes pacientes necessitam de um tratamento pós-covid”, detalhou.

De acordo com a fisioterapeuta Kátia Santos de Oliveira, uma das profissionais que atenderá no local, o foco da fisioterapia será na reabilitação funcional, com objetivo de promover independência e autonomia para os pacientes. “Envolve técnicas respiratórias, motoras, com treinamento para ganho de força muscular, alongamentos e condicionamento aeróbico. Além de reeducação vestibular (para pacientes com vertigem) e técnicas de analgesia (para dor). Faremos também a auriculoterapia, que é uma das Práticas Interativas e Complementares ( PIC’s)”, apontou.

A coordenadora do Núcleo Ampliado de Saúde da Família (PSF/NASF), Vânia Alcântara, informou que o atendimento no ambulatório de fisioterapia se dará conforme regulação dos casos pela Diretoria de Regulação de Atenção à Saúde (DRAS). “Todos os casos encaminhados de hospitais para a fisioterapia deverão passar por avaliação na UBS, para identificar a necessidade de encaminhamento para o ambulatório, Cismepar ou acompanhamento na UBS”, explicou.

NCPML

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