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O ministro da Saúde, Ricardo Barros, assinou portaria que amplia em R$ 14,4 milhões por ano os recursos repassados para Londrina referentes ao Teto de Média e Alta Complexidade (Teto MAC). Este recurso poderá ser usado no custeio de ações como cirurgias eletivas, procedimentos neurocirúrgicos, cardiológicos, atendimentos ambulatoriais e internações hospitalares, além de exames de radiologia e laboratoriais. Os hospitais de Londrina atendem especialmente toda a região Norte do Estado.

A verba a ser liberada pelo MS e pelo ministro contou também com as articulações políticas dos deputados federais Alex Canziani (PTB) e Marcelo Belinati (PP), este recentemente eleito prefeito de Londrina.

Os recursos serão liberados imediatamente. Atualmente, o Ministério da Saúde repassa cerca de R$ 12,7 milhões por mês para o município de Londrina. Agora, será adicionado R$ 1,2 milhão por mês, incrementando o orçamento do município, que receberá mensalmente, cerca de R$ 15 milhões. Esses recursos poderão ser utilizados pelo município no financiamento da rede pública e contratada, conforme definição de prioridades pela gestão local. Além disso, o Ministério da Saúde também ampliará os recursos repassados para hospitais filantrópicos e santas casas, bem como Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Londrina.

Economia

Para o financiamento dos 1.401 novos serviços em Santas Casas e Instituições Filantrópicas em todo o Brasil, o Ministério da Saúde está investindo R$ 372 milhões. As habilitações e credenciamentos beneficiam 216 hospitais. A meta é que todo os pagamentos ocorram até dezembro, uma vez que essas instituições desempenham papel importante na assistência à população, representando, atualmente, 42% das internações de média e alta complexidade no SUS.

“Estamos tomando ações concretas para que essas entidades ganhem fôlego e continuem prestando atendimento de qualidade à população. O objetivo é aumentar o acesso dos brasileiros aos tratamentos e medicamentos, modernizar o atendimento e incorporar novas tecnologias com melhor custo-benefício. Vamos continuar fazendo uma gestão eficiente para melhorar a saúde, aperfeiçoar o SUS e fazer mais com os mesmos recursos”, concluiu o ministro Ricardo Barros.

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