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Tamarana atingiu seu menor índice de focos do mosquito transmissor da dengue em 2019, mas o número – de 1,7% – não deixa a cidade em situação confortável.

Além de o percentual significar médio risco de infestação, a chegada do período mais quente e chuvoso do ano faz com que autoridades da Saúde municipal continuem em alerta quanto aos graves danos que o Aedes aegypti pode causar para a população.

Segundo o coordenador de Combate a Endemias da pasta, Guilherme Garcia, o tempo predominantemente seco das últimas semanas “colaborou bastante” para o Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) alcançar o patamar de 1,7% (em março, o dado chegou a atingir a marca de 8,8%).

Garcia reiterou que, durante a primavera e o verão (épocas mais propícias para o mosquito se proliferar), os tamaranenses têm de ficar ainda mais vigilantes em relação a locais que acumulam água e podem servir como criadouro de dengue.

O mais recente LIRAa foi realizado na segunda semana de setembro. Os agentes de endemias visitaram 239 imóveis urbanos e encontraram focos do Aedes aegypti em quatro deles.

Os locais infectados estavam situados em diferentes áreas da cidade: na Avenida João Domingues Gonçalves, na Rua Ângelo Pereira da Silva (Conjunto Habitacional Enes Barbosa), na Rua Esther Izalina de Carvalho (Centro, nas proximidades da Rua Ancião Vicente Sutil de Oliveira) e na região dos parques industriais.

Lucas Marcondes Araújo/NCPML

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