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Três moradores de Tamarana estão com dengue. Os casos foram confirmados na terça-feira (12), após realização de exames laboratoriais por parte da Secretaria da Saúde do Paraná. Trata-se do tipo 2 da doença.

Dois dos infectados (entre eles, uma gestante) são do Jardim Esperança. O terceiro reside na Rua José Maria de Alcântara, entre os conjuntos habitacionais Manoel Batista Vieira e Enes Barbosa. Este último é um caso autóctone (contraído no próprio município). Já os outros dois são importados (ou seja, os pacientes foram picados em outra cidade). O estado de saúde do trio é estável e tem sido monitorado pela Secretaria municipal de Saúde. Atualmente, eles não se encontram hospitalizados.

Segundo a secretária municipal de Saúde, Dalva Siena, o fato de o vírus da dengue ter começado a circular em Tamarana deixa a cidade em condição ainda mais delicada. Afinal, o último Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), em janeiro, já havia apontado ocorrência de 5,1% de focos do mosquito, número que colocou o município em situação de alto risco de infestação. "O inimigo é minúsculo, mas o estrago é gigantesco", alertou ela.

Trabalho redobrado

Já ontem (13), profissionais da Secretaria de Saúde – entre eles, agentes comunitários e de combate a endemias – estiveram no Jardim Esperança para orientar os moradores sobre os riscos da doença. O bairro também recebeu aplicação de veneno contra o Aedes aegypti por meio de bomba costal motorizada. A ação deve se repetir hoje (14), nos conjuntos Manoel Batista Vieira e Enes Barbosa. Além disso, um novo LIRAa começou a ser realizado.

"A arma mais eficaz contra a dengue é a prevenção. Temos que fazer do combate ao mosquito uma rotina de toda a sociedade, em qualquer período do ano, e especialmente no verão, que é a época mais propícia para sua proliferação", cobrou a secretária de Saúde. O Aedes aegypti também transmite chikungunya, febre amarela e zika.

Sintomas de dengue

Entre os sintomas de dengue, estão febre, dores articulares, musculares e de cabeça, manchas avermelhadas pela pele, náuseas e vômitos. Ao apresentar os primeiros sinais da doença, a pessoa precisa, de imediato, procurar a unidade de saúde mais próxima.

Lucas Marcondes Araújo/NCPMT

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