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Grupo de parlamentares deve investigar as razões e responsáveis pela violação ilegal de aparelhos celulares de membros da Lava Jato

Os deputados federais do PSL Filipe Barros e Carlos Jordy protocolaram na terça-feira (11/06) o requerimento para a instalação da CPI da Interceptação Clandestina, que deve investigar a violação de sigilo de dispositivos celulares do ministro Sergio Moro, do procurador Deltan Dallagnol e de outros integrantes da força-tarefa da Lava Jato.

O requerimento destaca que o ato “não foi um roubo simples de dados”, mas sim um “ataque direcionado aos principais atores que investigam e processam as mais altas autoridades na Operação Lava-Jato”. O texto afirma ainda que é “imprescindível ao Parlamento investigar as razões que levaram a esse ataque” pois trata-se de uma agressão “à própria soberania do Estado brasileiro”.

A comissão formada por deputados deve ser composta por 27 membros titulares e igual número de suplentes para investigar o caso no prazo de até 120 dias. São necessárias 171 assinaturas para a formação da CPI.

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