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As categorias somam forças aos profissionais da segurança pública de todo o Brasil na luta contra a PEC 287/16, que prevê mudanças na aposentadoria policial. Uma paralisação não está descartada, caso os direitos previdenciários não sejam preservados

Policiais rodoviários federais, policiais civis, policiais federais e agentes penitenciários do Paraná, e guardas municipais de Curitiba estão em Brasília para participar da grande mobilização pela aposentadoria especial, que acontece nesta quarta-feira (08), a partir das 13h30min, em frente aos Congresso Nacional.

A PEC 287/16, que prevê alterações legislativas que afetam diretamente a previdência dos profissionais da segurança pública, foi apresentada pelo Governo Federal em dezembro e tramita em caráter de urgência. Entre os principais prejuízos, está a retirada de importantes direitos conquistados ao longo dos anos, como a aposentadoria especial pelo risco de vida inerente da profissão.

Além disso, estabelece a idade mínima de 55 a 65 anos para se aposentar. Porém, com o alto nível de estresse da profissão, os policiais com mais de 30 anos de serviço já têm sua saúde bastante comprometida, o que viria a prejudicar a qualidade da segurança pública do país, pois é necessário agilidade e saúde física e mental para exercer as funções.

Para o presidente do Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais, Sidnei Nunes, é necessário que a aposentadoria policial seja discutida separadamente, com a devida atenção às peculiaridades da profissão. “Se essa necessidade for ignorada pelos parlamentares na aprovação desta PEC, pode haver um colapso na segurança pública. Sem a devida valorização e garantia dos direitos, a polícia vai parar”, afirma ele.

Asimp SINPRF/PR

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