O Paraná encerrou os cinco primeiros meses de 2026 com a criação de 60.400 empregos com carteira assinada e manteve a quarta posição no ranking nacional de geração de vagas formais, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
O desempenho coloca o Estado atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina no acumulado do ano. A diferença para o terceiro colocado é de pouco mais de mil vagas, o que mantém o Paraná próximo das primeiras posições no ranking nacional.
No período analisado, foram registradas 917.993 admissões e 857.593 desligamentos no Estado, resultando no saldo positivo de 60,4 mil postos de trabalho. O volume representa cerca de 8% de todas as vagas formais criadas no Brasil entre janeiro e maio de 2026.
O resultado ganha destaque no contexto regional. Enquanto a Região Sul encerrou maio com saldo negativo de 4.109 vagas, o Paraná foi o único estado da região com desempenho positivo no mês, contrariando a tendência registrada no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.
Somente em maio, o Estado abriu 2.210 novas vagas formais, mantendo a sequência de cinco meses seguidos com crescimento no emprego com carteira assinada. O melhor desempenho mensal foi registrado em fevereiro, com 22.698 postos criados, seguido de janeiro, com 17.958.
Os setores de serviços e indústria lideram a geração de empregos no Paraná em 2026. O segmento de serviços foi responsável por 35.140 novas vagas no acumulado do ano, seguido pela indústria, com 13.761. A construção civil também teve participação relevante, com 9.024 postos, enquanto comércio e agropecuária completam a lista com 2.025 e 450 vagas, respectivamente.
No cenário nacional, o Brasil registrou saldo positivo de 72.960 empregos formais em maio, elevando para 767.326 o total de vagas criadas no acumulado de 2026. Ao todo, 22 dos 27 estados brasileiros encerraram o mês com resultado positivo na geração de empregos.
O desempenho paranaense reforça a posição do Estado como um dos principais motores do mercado de trabalho formal no país neste início de ano.
Com informação da AEN