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O deputado estadual Cobra Repórter (PSD), presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente, do Idoso e da Pessoa com Deficiência (Criai) da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) recebeu, em seu gabinete, ontem (28), Cineiva Campoli Tono, assessora técnica da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho (Sejuf), mestre em educação, doutora em Tecnologia e Sociedade e uma das mentoras do Programa Reconecte.

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Ela participou, ao vivo, de um bate-papo no Facebook do deputado Cobra Repórter. Cineiva Campoli Tono respondeu perguntas sobre a “Violência Contra Criança na Internet”, que será o tema da palestra que ela vai proferir no 1º Seminário Interativo Paraná Consciente. O evento será realizado no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), no dia 07 de novembro (quinta-feira), a partir das 8h30. “No seminário, vou abordar o controle da família que precisa ser feito permanentemente. Também vamos falar da aliança entre pais e a escola, eles devem cuidar e orientar a criança nesse meio cibernético. Além disso, executivo, legislativo e judiciário precisam se unir nessa missão e esse seminário será fundamental para isso”, explicou assessora técnica da Sejuf.

Além disso, Cineiva Campoli Tono destacou que será uma oportunidade dos municípios convidados aderirem à Força-Tarefa Infância Segura da Sejuf, que tem como uma das ações o combate à dependência da Internet. Eles conversaram também sobre o programa Detox Digital, que faz parte do Programa Reconecte do governo federal, e visa alertar os brasileiros sobre os riscos subjacentes ao uso da tecnologia, oferecendo conhecimento científico para a população leiga a respeito dos limites e dos riscos envolvidos no manejo diário de smartphones, tablets, computadores e outros aparelhos eletrônicos conectados à internet.

 “Na Internet, existem predadores. São pessoas que, por exemplo, através de jogos eletrônicos aliciam os menores”, afirmou Cineiva Campoli Tono. Ela também lembrou, durante o bate-papo, a idade mínima recomendada para as crianças acessarem as redes sociais: “ a orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria é zero de tela de 0 a 2 anos de idade; de 2 a 05 anos, uma hora supervisionada; de 05 a 12 anos, duas horas no máximo”, disse a assessora técnica da Sejuf.

Meire Bicudo/Asimp

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